Sobre os viajantes
Conheça mais sobre cada integrante desse projeto

Thiago Gilli Troccoli. Blumenauense (ok, nasceu em São Paulo, mas isso é detalhe) com espírito nômade, detesta a rotina e tarefas enfadonhas. Engenheiro Civil, 30 anos, não acredita em astrologia mas acha interessante a teoria do retorno de saturno, pois combina com o seu atual estado de espírito (só buscar no google).É distraído e desastrado. “Só não esquece a cabeça porque está grudada” como já dizia a senhora sua mãe. Mas também é dedicado, tranquilo e coerente. Nenhuma dificuldade é uma dificuldade de verdade, tudo se resolve e no final tudo dá certo.Depois de uma temporada de trabalho na “cidade grande”, decidiu que era chegada a hora de realizar alguns sonhos antigos. Por sorte sua companheira, Milka, tem a mesma quantidade de parafusos soltos e comprou a ideia de viajar de bicicleta.Não gosta de futebol e não torce para nenhum time, mas ama quase todos os demais esportes. O que marcou sua infância e adolescência mesmo foi o escotismo. Foi escoteiro por mais de 10 anos e só está esperando um filho humano para ter uma boa desculpa para voltar ao movimento escoteiro. Suas maiores paixões são pedalar, ler e estar em contato com a natureza.

Camila Schlichting. Publicitária, web designer, diretora de arte, empreendedora, mãe da Frida e agora vai experimentar a vida como cicloviajante. Polivalente como toda mulher independente. Criativa, perceptiva e nada distraída. Mas também é impaciente, ansiosa e objetiva. Não gagueje na frente dela e diga logo o que você precisa! Quando começa uma tarefa, “só acaba quando termina”.

Também é Blumenauense, tem 27 anos e já fez uma cirurgia que a levou a repensar a vida e as prioridades. Já fez intercâmbio no Egito (durante as manifestações, pensa num clima tenso!), subiu o Monte Sinai, perambulou pela Turquia e fingiu ser Irlandesa. Descobriu que saber andar de skate não quer dizer que você também vai saber fazer snowboard. Já pulou de para-quedas e já tentou fazer mergulho, mas descobriu que não consegue respirar com cilindro de oxigênio. Já teve uma banda e toca violão.

Já quis ser carteira para poder andar de bicicleta o dia inteiro, mas odeia ir para a academia. Sempre foi apaixonada pela natureza, e como encontrou um parceiro mais apaixonado ainda, trilhas, acampamentos e viagens passaram a fazer parte do menu principal. Além disso, tem certeza que um dia ainda vai aprender a surfar!

Frida. Eu mesma vou falar sobre mim, porque já tô cansada dessa história de ficarem dizendo que tenho medo de tudo, inclusive da minha própria sombra. Ou então de que sou ansiosa, hiperativa, peidona e que adoro comer chinelos. Será que esse povo não tem nada de bom pra falar de mim?Caramba, sou uma ótima companheira, faço uma festa danada pros meus pais sempre que eles chegam em casa, mesmo que só tenham descido no carro pra pegar a carteira. Meu papai é louco, gosta de correr e acha que só por que eu tenho o corpitxo atlético eu também gosto. Esses dias correu 21 Km comigo! E a mamãe? Fica o tempo todo brigando comigo e fazendo “txiii” só por que eu fico latindo pra quem passa na rua. Mal ela sabe que eu só tô tentando proteger ela e que, se não fosse eu, aquele maldito motoqueiro barulhento (odeio motoqueiros) já teria entrado pela sacada e atropelado ela.Outro dia fomos acampar e passei a noite inteira acordada pra cuidar desses dois ingratos. Ainda bem que eles vão me levar junto nessa viagem maluca, por que sem eu eles estariam ferrados! Mas viu, por mais que eu ame muito meus pais, ultimamente tem aumentado minha suspeita de que sou adotada.